Fadiga Adrenal


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Hoje em dia, a maioria das pessoas está sempre se queixando de cansaço.

As causas podem ser muitas, como anemia, excesso de trabalho, deficiência de nutrientes, etc. No entanto, existe uma causa ainda pouco conhecida, que acaba por não ser diagnosticada e, consequentemente, não é tratada de forma correta: A Fadiga Adrenal.

A medida em que envelhecemos, a adrenal, uma glândula situada acima dos rins responsável pela produção de vários hormônios entre eles cortisol e DHEA, reduz a capacidade de responder ao estresse e de produção hormonal.

Embora sejam as glândulas moduladoras da resposta ao estresse, são as primeiras a falhar sob estímulo de variado leque de situações estressoras, dentre elas: má qualidade do sono, álcool, aumento do uso de medicamentos, doenças em entes queridos, estresse iatrogênico (cirurgia, quimioterapia, radiação, drogas), doenças crônicas, solidão, problemas financeiros, doenças infecciosas (principalmente do trato respiratório), doenças do trato gastrointestinal, sobrecargas de informações do mundo moderno e estresse.

Quanto as mudanças nos padrões de energia, pode ocorrer: fadiga matinal; dificuldades de acordar pela manhã; usualmente só sentem “acordados” após 10 da manhã; só conseguem produzir no período vespertino; sentem-se muito melhor após as 6 da tarde; sentem-se cansados novamente após 21/22h, mas resistem em dormir. Se não dormirem neste horário, experimentam uma “recarga” de energia, que perdura das 23 até 1 da manhã.

Outros sintomas e sinais: irritabilidade, cansaço crônico, depressão, hipoglicemia ou sonolência após situações de estresse, fraqueza muscular, desenvolvimento de alergias inexistentes, apatia e desinteresse pelas coisas, diarreia ou constipação que se instalam após situações de estresse, tosse crônica, infecções respiratórias recorrentes e fibromialgia.

Quanto ao padrão alimentar: compulsão por sal e alimentos salgados; compulsão por alimentos gordurosos; compulsão por doces; maior sensação de saciedade ao ingerir alimentos gordurosos; intolerância a alimentos ricos em potássio (banana, feijão, frutas secas); aumento da dependência de cafeína.

Fonte: Grupo Longevidade Saudável e Atlas of Endocrinology for Hormone Terapy

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